quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Ja volto

A Pri me indicou esse site pra pegar ladinhos pro blog. Fica tão binitinho, né? O outro jeito tava com muita informação mesmo.. Acho que vou deixar assim que fica mais fácil pra galera mexer nas coisas aqui e tals. Falando nisso, pessoal.. eu vou dar um Hiatus no blog aqui, viu? Volto à partir do dia 2 de janeiro por que vou ter outras coisas pra fazer nesse meio tempo.

Beijo enorme a todos que ficam! Boas Festas ;)

sábado, 19 de dezembro de 2009

Meses Antes

Vamos lá, jogue em mim suas circunstâncias. Deposite aqui suas esperanças. Confesso que eu mesma tenho tantas!


Venha cá, não é tão difícil assim se entender. Eu já percebo, sutilmente, o meu encaixe com você. Mas a brincadeira de não ser me cansa.

Claro que dá. Afinal é tudo uma questão de tempo. Sei que não sou paciente, mas juro que tento. E apesar de correr lento, ele me alcança. (Quero dizer, o tempo)

Vou te contar. Eu guardo cada pedaço seu. Cada parte dos seus sonhos que você já me deu e não espero devolvê-los, se você não percebeu. Agora são meio meus.

Que todas morram de inveja do que dividiu comigo. O seu sorriso, nosso sorriso, seu ombro amigo. É tudo uma questão de tempo, como eu sempre digo.

E eu não sou paciente, repito.


Escrito dia 24 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quem sabe?

Louca madrugada adentro. Solta em textos que me aprisionam. Fosca em fotos sem sentido. Um borrado. Um bocado. Mão cheia de quase nada. Sou piada. Engraçada. Fria como gelo que desce pela espinha. Adolescente. Quente. O grande clichê medo e desejo. Mesquinha. Muito minha pra me dividir. Eu sei sorrir. Acompanhada. Irritada. Sozinha. Bem assim. Melhor assado.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Trailer

Eu sou bem comportada, mas tenho estado rebelde. Sou simples, mas estou tendo pensamentos tão complexos. Sou paciente, mas a ansiosidade de cada passo me angustia. Não costumo errar as palavras, mas meu português tem se embaralhado no meio das cartas que deixo à mostra na mesa. Começo os meus relacionamentos contando tantos planos, falando de tantos sonhos, definindo quem eu sou de um jeito tão simples que parece trailer de filme de ação. Explosão, sangue pra todos os lados e um "confira pra conhecer" no fim. Não sou muito dada a dizer quem sou de boca muito cheia por que acabo desdizendo o que disse com ações invertidas. Não é que minta, só mudo. Mudo por que é completamente maçante ser e estar a mesma coisa. Se posso ser completamente e estar um pedaço, por que não? É nisso que me desfaço de uma eu e passo a ser outra e mais outra e... Aqui está: pra ser feliz é preciso se contradizer.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sem título.

E hoje, de repente, eu tive certeza. Não sei bem se foi na hora em que me peguei engolindo o choro e olhando pra frente com meu pensamento mais decidido de "eu prometi a mim mesma que não ia chorar" e não chorei, ou se foi na hora em que parecer feliz não foi tão complicado quanto eu imaginei que seria, mas hoje eu me percebi crescendo. Não crescendo com a maturidade que a felicidade traz, mas desabrochando por dentro de uma dor que é só minha e que não divido. Posso ter contado pra alguns, mas ninguém sabe o quanto cada coisa me machucou, me marcou e me empurrou pra cima. É, isso mesmo. Ta vendo como eu estou madura? Já posso dizer que uma dor da semana passada, da terça passada, de ontem.. Me empurrou pra cima! Me fez crescer e sentir orgulhosa de mim mesma. Por que eu posso ser o que eu quiser, eu posso fazer o que eu quiser com o que eu vejo, como o que eu sinto e com o que eu penso. Agora vou curar a minha dor sozinha. Vou ser como uma estrela do mar que, quando arrancados os pedaços, regenera-se até ser nova. Eu vou ser nova e, o melhor de tudo, sem esse pedaço que de nada me serve. Estou assim por um cara, mas hoje tenho certeza que posso sair dessa com minhas próprias forças... Segurando em minhas próprias raízes até chegar lá em cima, com o impulso da subida. Sabe, não é que ele seja ruim... Pelo contrário, ele é muito bom, mas bom mesmo é quem gosta da gente, né?