sábado, 6 de junho de 2009

É hoje!

Não que eu esteja realmente tão impolgada com esse forró. Fala sério, eu nem sei dançar forró! Mas vai ter DJ, gente... Pensa aí, muita música eletrônica, amigos, festa! Quase posso sentir a energia de dançar com quem você gosta. Meu pai comprou a blusa que eu queria, cortei meu cabelo e fiz as unhas. Será que dá reggae? Eita, eu vou dançar até o chão cansar e, quando ele cansar, eu tiro o chão e continuo dançando...

"Forró pesado, xote colado... E a menina na ponta do pé"

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Um poema


Somos simples terra e ar

Eu me prendo, você voa

Eu sou escrava do conhecido

Você é amigo do infinito

Aonde teima me levar


Somos simples noite e dia

Você claro, eu sombria

Você distante e quente

Eu convidativa e fria


Somos simples mar e rio

Eu seguindo o meu leito

Você correndo pro vazio

Eu fluindo do meu jeito

Pra te encontrar pelo caminho


Somos simples fogo e água

Eu queimo, você apaga

Eu acendo com os meus medos

E você, tão livre, me escorre pelos dedos

Never again


Sou uma vítima sangrando. Me largo no chão sentindo cada parte do meu corpo se contorcer no ritmo dos seus passos que se distanciam. Quero gritar, mas são muitas mãos sufocando minha garganta. Demônios, fantasmas, desejos... Tudo! Todos! Cada um espera alguma coisa. Cada um deseja que eu fuja o mais rápido possível pra o mais longe que eu puder de mim mesma. Estou ferida e magoada, mas, ainda assim, sinto a decepção e as expectativas deles me sufocarem. Opressão! Desespero! Curiosidade! Frieza! Às vezes não me reconheço espelhada em minhas próprias palavras cruéis, mas a verdade é que não me importo. Mal consigo forçar meu coração a amar as pessoas que merecem, então sigo fingindo que me preocupo, fingindo que sou amiga, insistindo em ser humana. Não! Sou mais bicho que gente. Cheia de desejo por aquele cheiro, repleta de vontade de usar até que toda a pele se vire pelo avesso. A minha e a dele. Quero mais e, quando tenho, não me satisfaz! Sou insaciável e perigosa. Sou cheia de medos, mas corajosa! Eu não sou nada além de um fio. Um espaço entre a morte, a vida e o vazio. Não choro de verdade e preciso enganar até a mim mesma pra me surpreender. Eles pensam que me conhecem, mas não conhecem e eu não os conheço. Não faço questão. Não quero o sorriso dela, não quero satisfazer aos caprichos daquela outra, não me importo de expulsar todos do meu quarto e me trancar sozinha com minhas vontades estranhas. Eu sou estranha, mas não posso dizer que sou necessariamente forte. Quase nunca sou, mas raramente preciso ser. Na verdade, não sei até que ponto sinto e até que ponto me invento. Sou pedaços colados de um caráter forjado. Olhos fundos que já viram muita coisa. Sobrevivi sem sofrer tanto quanto outros, mas ainda sinto meu corpo se contorcer no ritmo dos seus passos que um dia estiveram aqui e se distanciaram ao me ver sangrar tão profusamente graças aos meus ferimentos e fraturas expostas. Se te assustei, não fuja. Eu também me assusto as vezes, mas me impeço de abrir o zíper da minha máscara exterior e sair. Eu preciso de você na mesma medida que você não precisa de mim e te quero com a proporção que você não me quer. Não vá! Espere que eu me cure e, logo, serei eu outra vez, mas não a mesma de novo. Nunca a mesma duas vezes.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Nossa Valsa


Por favor, dê o primeiro passo, entre no meu compasso, eu te dou espaço. Vai, acende a faísca no monte de nossa pólvora particular. Eu com o meu, você com o seu. Esperando só um aviso pra, finalmente, detonar.
Num ritmo nosso, nessa troca de casais. Eu já dancei com o orgulho, você já dançou também. Já recuei, já avancei. Agora peço: faça uso do espaço que te dei.
Nosso rosto colado. Estamos próximos demais sem nos tocar. De mãos juntas e olhos fixos, sem nos olhar. "E sua vida, como anda?" Se eu te puxo da varanda, você ainda quer entrar?
Se resolva, me resolva, nos envolva. Me tire do castigo. E nessa valsa de vontade a pergunta é: Dança comigo?

terça-feira, 2 de junho de 2009

Força Centrífuga


O que sinto é minha corda. É a tensão que me mantém afastada, mas, ainda assim, girando em translação ao redor do seu imo. Meu desejo é essa força centrípeta. Eu preciso escapar, quero seguir o meu caminho num movimento retilíneo completamente uniforme, mas essa vontade insiste em me manter em órbita. Eu não caio, eu não me aproximo, eu não me liberto e, como a lua girando ao redor da Terra, sou um satélite sem vida escravizado pelo desejo e aprisionado ao seu eixo. em uma interessante aula de física

segunda-feira, 1 de junho de 2009

My homework


Bom dia criançada! Como dia de segunda eu só tenho aula a partir de 8:40, estou aqui pra postar sobre uma coisa que tem me estressado muito esses dias: a gripe suína o meu trabalho de física. Caramba! Eu nunca pensei que fosse tão complicado fazer um bom vídeo, mas parece que todos os vídeos do youtube agora têm direitos autorais sobre cortes e o que seja! Já tentei fazer e refazer esse vídeo três umas cinco mil vezes, mas não é como se meu movie maker cooperasse, então vou deixando pra lá. Só que não dá mais pra deixar pra lá! Não posso fazer com que todo mundo da minha equipe simplesmente se foda dê mal desse jeito. Enfim, hoje eu vou saber como foi o forró de sábado e já estou na expectativa do que vem dia 06! Pra Natty que não entendeu, eu explico: Esse forró de sábado custava 25 e agora eu vou pra outros dois que custam 10 e 15 cada um, entendeu? Diz aí se não valeu a pena?