quarta-feira, 22 de abril de 2009

Feel the rain on your skin...


No one else can feel it for you
Only you can let it in
No one else, no one else
Can speak the words on your lips
Drench yourself in words unspoken


Sinta a chuva em sua pele
Ninguém mais pode sentí-la por você
Só você pode deixar acontecer
Ninguém mais, ninguém mais
Pode falar as palavras que estão em sua boca
Mergulhe a si mesmo em palavras não ditas

Enfim, banho de chuva perfeito com Biia apesar de minha camisa branca ter grudado na minha pele e a coisa toda ter virado uma promiscuidade de cinema. tirem as crianças da sala Faltou Tami, mas tudo bem também... Me disbanderei daqui pra escola só por uma aula de desenho que não teve chamada e assim meu dia foi terminando até eu ler meu livro pra Tami e ela dar uma louca querendo fazer outros milhares de livros pra continuar esse que eu nem terminei o primeiro capítulo.
Amanhã uma postagem decente, ta?

Ah, quero mais opiniões sobre o layout corrigida por Natty! Beijos.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tentando mudar...

Oi navegantes! Nem tive tempo de vir postar ontem, então vocês estão meio desatualizados, mas fala sério, quem fica lendo meu blog no feriado? Enfim, to tentando mudar o lay-out, mas não gostei desse novo! SOCOOOOORRO!

domingo, 19 de abril de 2009

Set me free!


Hoje o dia até passou rápido, não foi gente? Bem, não sei se vocês acharam que passou, mas eu achei então calem a boca e concordem comigo! Cara, eu passei o dia todo com sono! Como é que pode alguém acordar, ficar de tarde e de noite com sono? Pois é, sou eu. To até escutando trance, psy e eletro aqui pra ver se acordo um pouco. Minha sorte é que minha mãe resolveu usar o PC antes de mim e aí acho que vou poder sair mais tarde. Espero!
Cara, preciso comentar isso com vocês: minha mãe joga Freecell!
Certo, pare e pense comigo: o que leva um ser humano normal a jogar Freecell quando tem milhares de coisas que podem ser feitas num computador conectado à rede? Exatamente, problemas mentais gostos estranhos.
Aiai, esse clima de chuva me da vontade de ouvir forró e eu acabo de perceber que não tem nenhum forrozinho aqui na minha super seleta pasta de músicas. Vou ter que me lembrar de pegar o nome de algumas boas pra baixar.
Amanhã é véspera de feriado e todo mundo vai "enforcar" o dia pra engatar na terça. Todo mundo menos o pau no cu do CEFET! Então eu tenho aula de química, matemática e física amanhã! Não, isso não é uma lista de tortura. É só meu horário da segunda-feira.
Bem, vou ver uns vídeos aí que tão bombando na internet mentira, tem anos que eles estão no iutubiu, mas eu só achei agora. Amanhã tem mais comédias da minha vida privada.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

[continuação]

Então, aí o bêbado tava lá deitado e eu fiquei com medo daí, ao invés de ir pra casa da minha avó direto, vim pra casa pra ir pela porta que tem no fundo aqui e que dá na casa dela. Aí meu pai abriu pra mim e começou a brigar por que eu tava indo muito tarde pra lá e não sei que lá e tal... Aí eu falei: "ta bom", aí ele disse que eu tava sendo cínica e que eu ia ficar de castigo até sábado indo pra casa de minha vó todos os dias e sem mecher no PC até lá também. Aí eu não disse nada, mas também não fui pra casa de minha vó por que era tarde e ela já tava dormindo, daí não abriu a porta.

Enfim, de castigo por causa do bêbado!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Eu sou assim, viu?


Ai gente, foi mal a demora pra postar aqui de verdade.. tipo, com minhas próprias mazelas diárias que eu sei que vocês se divertem lendo ISSO, fiquem rindo da desgraça dos outros, seus mal-amados! Enfim, hoje eu vou escrever como um diário - coisa que eu não fazia ha dois posts. Preparem-se por que aí vem merda novidade!
Antes de ontem meu pai me colocou de castigo de novo. Vou contar pra vocês como isso se sucedeu.

Estava eu, linda e serelepe - com minha blusinha branca que eu A D O R O e que não posso usar pra ir pra escola por que é muito chique e é brega ir pra escola como se tivesse indo pro shopping, apesar de às vezes eu ir meio parecendo que to indo pro shopping ( tá, to saindo do foco, enfim) - estava eu, linda e serelepe voltando do meu jantar com Suelen - gente, isso é muito elegante, vocês não acham? sei lá, sempre quis dizer que saí pra jantar com alguém... Tá que Suelen é minha amiga e aí perde toda a coisa do romance e tal, mas mesmo assim (enfim²) - estava eu, linda e serelepe voltando do meu jantar com Suelen quando vi um bêbado na esquina da rua que eu deveria subir pra ir pra casa de minha vó - aí Taíse disse que ele tava
bêbado e não ia me fazer nada no máximo me pedir uma cachacinha, mas como é que eu ia pensar isso naquela hora? Na hora do nervoso a gente entra em pânico, s ou s?

GENTE, pausa pra uma notícia urgente (musiquinha de alerta):
Suzana acaba de vir aqui do meu lado e dizer que vai usar o PC, aí eu disse que não ia sair, aí ela disse que eu ia, aí eu disse que não ia por que entrei aqui 21:00 e ainda são 21:51 aí ela disse: Pai, - e foi indo pra lá pra sala - Carla Jane não tava de castigo? Por que eu quero usar aqui e ela disse que não vai sair não.
Aí meu pai me chamou e disse que é verdade e que eu to de castigo mesmo até domingo, aí chamou ela e mandou ela vir usar. E ela fez aquela vozinha de sonsa e disse: O que? - como se fosse santa, essa peste! E foi tomar banho pra vir pra cá! Enfim, eu vou ter que contar a história do bêbado amanhã e tal.. mas foi por causa dele que eu fiquei de castigo e to saindo agora.

Ah, um aviso a todos os meus seguidores e leitores dois, na verdade
1. eu acho que o blog ta ficando muito popular então, por favor, parem de divulgá-lo! isso daqui é um blog pessoal, quase um diário então eu não quero todas as pessoas do mundo sabendo tudo que eu faço.

2. eu vou começar a responder comentários na própria caixinha dos comentários, então sintam-se à vontade para comentar!

terça-feira, 14 de abril de 2009

If only..

(Se ao menos...)

Se ao menos eu tivesse te dito que estava apaixonada, o que você teria feito com esse sentimento que te teria sido entregue de maneira tão aberta, tão simples, tão infantil e inocente?
Meu medo nunca foi te dizer o que eu sentia e não ser correspondida. Todo o medo estava em sentir... Por que sentir? Como não sentir? Sabe... Não sei se é o jeito como você me olha com aquele sorriso bobo que alcança os olhos, talvez seja só o jeito como você não dava importância às minhas bobagens e eu me sentia insultada, quase ultrajada por sua falta de consideração com meus problemas, minhas pequenas futilidades que eu fazia questão de compartilhar... Até seu jeito arrogante me prendia em sua teia de falta de romance. Não, você nunca foi romântico. Não, você nunca deu a entender nada. E eu não entendi, apenas não pude evitar. Como evitar se apaixonar por você? Com esse jeito de garoto tentando ser homem... Com esse andar despojado que diz ao mundo que você é o dono dele - e o mundo aceita. Se ao menos eu... Sei lá, o que eu teria feito diferente? Acho que talvez eu... Quem sabe se...

Quer saber? Eu não mudaria nada!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A primeira vez.

Caraca gente, eu quase choro quando li esse texto. Sério! Me arrepiei³ total aqui... Lembrei de algumas pessoas em alguns momentos e tal, mas ele não fala de nada que já aconteceu comigo. Aliás: nada do que aconteceu comigo chega perto disso! Leiam, é sério. Vale a pena! É um dos melhores textos que já li na vida.



               A Primeira Vez

Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa.

Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado.

Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo.

Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado.

Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito.

Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo.

Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça.

Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”.

Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo.

Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso.

Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim.

Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você.

Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim.

E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.



Por: Tati Bernardi